Registro · 15 e 16 de agosto de 2026
O que foi movido, pra onde, e o que nunca pode sair daqui. Nada foi apagado sem estar na nuvem e conferido arquivo por arquivo antes.
MacBook Pro M4, de novembro de 2024, com 512 GB. E não era lixo acumulado, era volume real.
A fototeca sozinha tinha 84.231 fotos e 32.785 vídeos baixados em resolução cheia, dando 120 GB. Mais 51 GB no Downloads e 40 GB de OneDrive e Google Drive guardados localmente.
Somando, quase 210 GB só nessas três coisas.
Do mais seguro pro que precisou de decisão.
| Nível | O quê | Liberou |
|---|---|---|
| 1 | Papéis de parede aéreos, modelo de IA local do Chrome, caches do sistema | 10 GB |
| 2 | Prints, Webinar e Muscleup para o Drive | 18 GB |
| 3 | POV-DANIEL, Cruzeiro da Beleza, Xiu Bar, Saudoso e Celebre para o Drive | 9 GB |
| ⏳ | Fototeca em "Otimizar Armazenamento do Mac", ainda processando | ~80 GB |
Tudo arquivado em Meu Drive, ARQUIVO-MAC. Os atalhos ficam em ~/Downloads/__NA-NUVEM.
Sem isso o Downloads volta a encher, porque hoje nada nunca sai de lá.
Projeto ativo fica no Mac. Projeto entregue ou encerrado vai pro Drive.
Muscleup é o exemplo: contrato encerrado em agosto, não tinha motivo pra ocupar 784 MB de disco. Celebre, Xiu Bar e Saudoso, a mesma coisa.
Uma pasta vazia são 4 KB. Dá pra ter mil pastas sem mudar nada no disco. Continuar criando pasta por projeto é o certo, foi isso que permitiu achar o que dava pra mover sem tocar em cliente ativo.
O que pesa é vídeo. Das 119 pastas do Downloads, três somavam metade do peso.
No Google Drive existem duas áreas e elas funcionam de formas opostas.
"Computadores, Meu Mac" é espelho: apagou aqui, apaga lá. Serve pra recuperar se o Mac morrer, não serve pra guardar.
"Meu Drive" é guardado de verdade: apagar no Mac não toca nele. Foi pra lá que tudo foi.
Isso foi testado, não é suposição: cortei 20 segundos do meio de um vídeo de 11 GB que estava só na nuvem. Levou 44 segundos e gastou 208 MB temporários, não 11 GB.
O Drive baixa só o pedaço necessário. É mais lento que local e precisa de internet, mas funciona, e é o que permitiu mandar os brutos pra lá sem perder a capacidade de editar.
Mover essas quebra coisa que está funcionando.
| Pasta | Por quê |
|---|---|
| CONTEUDO | os scripts da esteira usam esse caminho 20 vezes |
| POSTS | usado 9 vezes, é onde o post pronto nasce |
| CONTEÚDO BRUTO | material recém gravado, ainda vai virar post |
| Diego e Barbara, Fabiana, Simoni, Laercio | clientes ativos |
Aconteceram de verdade. Estão aqui pra não repetir.
Ele recusa comando na pasta Downloads e mesmo assim imprimiu "TERMINOU". Se eu tivesse confiado na mensagem e apagado, 14 GB teriam sumido.
Peguei porque fui contar arquivo por arquivo em vez de acreditar. A lição vale além disso: mensagem de sucesso não é prova, conferência é.
Parou três vezes. A solução foi o script comparar tamanho antes de copiar, então rodar de novo continua de onde parou em vez de recomeçar.
A pasta palestra-2025 não tinha vídeo dentro, tinha 14 atalhos apontando pra pasta de cima. O script seguiu os atalhos e criou 4,4 GB duplicados no Drive.
Apareceu uma lista de erros assustadora, "não é possível fazer upload". Era falso alarme: os arquivos acusados tinham 67 bytes e eram atalhos, não vídeos. Os vídeos reais tinham subido antes, íntegros.
A conferência que resolve é comparar o tamanho dos arquivos reais, não a contagem. Origem 7,70 GB, destino 7,70 GB.
Mesmo com Acesso Total ao Disco ligado, o terminal às vezes recebe Operation not permitted na mesma pasta que leu minutos antes.
O contorno que funciona: o Finder tem permissão mesmo quando o terminal não tem.
O Time Machine nunca foi configurado. O comando responde "No destinations configured". Não é que quebrou, nunca existiu.
São quatro sistemas no ar com cliente pagando, contrato assinado e anos de arquivo, tudo num aparelho só. O Drive protege os arquivos, mas não devolve o Mac inteiro, com sistema, ajustes e Chaveiro.
Falta conectar o SSD e ligar. Está no card MAC: Time Machine + Acesso Total ao Disco.